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Don’t panic

Pelo menos é isso que EMI deve estar pensando…

            O quarto CD do Coldplay chegará às lojas com o selo da EMI, não obstante a crise que a até então renomada gravadora vem enfrentando e os boatos que correrem na imprensa. Os tablóides, em especial, exploraram notícias infundadas que envolveram também a banda, responsável por cifras consideráveis dos lucros da empresa. Hoje, o Gigwise.com confirmou as informações que o Billboard.com já havia publicado, pautadas em uma entrevista cedida pelo empresário do grupo, Dave Holmes (ver Reta final).

            Ainda de acordo com a Gigwise, o Coldplay estava entre os artistas que, assim como Robbie William e The Verve, se diziam insatisfeitos com os planos de reestruturação de um dos gigantes da indústria fonográfica; na pauta dessas mudanças está uma demissão massiva. A EMI foi adquirida pelo fundo de investimentos britânico Terra Firme, em uma transação de alguns bilhões de libras, no segundo semestre de 2007.

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A not so Beautiful World

             Em janeiro desse ano, o jornal Daily Star se retratou por noticiar informações improcedentes de que a banda deixaria a gravadora após o lançamento de seu quarto álbum. O artigo sugeria que, posteriormente, o Coldplay lançaria uma coletânea com as melhores canções.

             Notícias de que o quarteto britânico seguiria os passos de Paul McCartney e do Radiohead (que deixaram a EMI) têm sido veementemente refutadas pela própria gravadora. A NME relatou o depoimento de uma fonte da EMI, afirmando que estaria tudo bem: “Na verdade, o Coldplay tem um contrato longo com a EMI e um número determinado de CDs para lançar. O relacionamento entre ambos é de longa data, saudável e positivo. Qualquer sugestão do contrário não é verdadeira e não faz sentido para nenhuma das partes”.

             Contudo, o empresário da banda afirmou que o Coldplay está descontente com a saída Tony Wadsworth, líder da EMI no Reino Unido: “Tony é um dos motivos para que muitos músicos assinem contrato com o EMI. Artistas querem trabalhar com pessoas do mundo da música, não das finanças”. Ele completa: “Por que alguém iria querer lançar um álbum com o selo de uma gravadora que está passando por uma crise?”.

            Além disso, Chris Martin não tem relações muito boas com a cúpula da gravadora. Em 2005, quando do atraso do lançamento do “X&Y” e da decorrente queda das ações da EMI, ele disse sobre a questão: “Eu não realmente me importo com a EMI. Não estou muito preocupado com isso. Creio que acionistas são um dos maiores vilões do mundo moderno”.

Mais sobre a crise, na Carta Capital.

Visto no coldplaying.com

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  1. 22 Fevereiro, 2008 às 8:07 pm

    não sei bem o porquê, mas eu gostei de ler isso.
    achei que foi uma boa notícia.

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