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Sobre Londres, Japão e números

footyfan10, membro do fórum Coldplaying, postou trechos da revista Entertainment Weekly, dando um panorama de “Cemeteries of London”, “42” e “Lovers in Japan”. “Violet Hill” também foi comentada, porém, essa parte foi suprimida, visto que já conhecemos a música.

[…] O Coldplay polariza a opinião do público: Alguns louvam o quarteto inglês por suas canções suaves e singelas; outros os tratam com escárnio, caracterizando sua música como piegas e soporífica. “Eu posso muito bem estar caminhando e receber um aperto de mão num instante e, no outro, uma cuspida”, graceja o vocalista Chris Martin, 31. “Nunca sei se uso luvas ou um capacete.” Talvez eles não precisem mais de nenhum dos dois, uma vez que a banda decidiu fazer mudanças extremas, convocando o produtor Brian Eno […]. “Depois de um mês trabalhando com o Brian, literalmente esquecemos que algum dia lançamos uma música nossa”, diz Martin. “Éramos livres.” O resultado é a inovadora adição de riffs altivos, ritmos orientais (conseqüência de suas viagens de longa distância) e etéreas vozes cantando em conjunto. No entanto, liberdade aparentemente implicou também deixar certas coisas para trás – a abdicação mais significativa foi o falsete de Martin, marca distintiva da banda. Afirma o cantor: “Cá entre nós (e todos os seus leitores), estamos um pouquinho assustados com esse disco, porque abandonamos todas as nossas cartas na manga. [Mas] o fato é que tentamos encontrar outras.”

Cemeteries of London: Gravada em uma igreja de Barcelona, a ecoante faixa estabelece o caráter nebuloso de “Viva [La Vida Or Death And All His Friends]” e traz a banda cantando em uníssono. “Quando trago a música à minha mente, vejo Londres em 1850”, diz o baixista Guy Berryman, 30. “Uma chuva devastadora e homens de cartola.” Acrescenta Martin: “Ou quando afogavam bruxas no Tâmisa.”

42: “[42] dialoga com ’40’ do U2 e ‘1979’ do Smashing Punpkins”, deixa escapar Martin, [porém,] justificando esta obra composta por três segmentos. “Não creio que uma banda possa tentar ser a melhor do mundo sem uma música que seja um número.”

Lovers in Japan: “Ninguém associa romance a Japão”, declara Martin sobre a canção que mais lembra o estilo melancólico e familiar do Codplay. “Todos acham que o Japão é Hitachi e letreiros luminosos, mas toda vez que vamos para lá, presenciamos essa maravilhosa aurora.”

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  1. Filipe
    23 Maio, 2008 às 11:42 pm

    excelente!

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