Glass of Water [vídeo]

19 Novembro, 2008 Deixe um comentário

Perfórmance de Glass of Water (faixa que integra o EP Prospekt’s March) ao vivo no programa 4Music (foram também tocadas  Lost!, Lovers in Japan, e Fix You), que foi ao ar em 13/novembro.

Download (agradecimentos: Fórum Coldplaying.com)

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All time and circuitry

19 Novembro, 2008 Deixe um comentário

Do Coldplay.com

Datas de lançamento de Prospekt’s March atualizadas

Aqui está a mais recente relação de datas de lançamento do EP Prospekt’s March. Os residentes da América do Norte notarão que a data que concerne a vocês foi adiantada do dia 25 (terça) para o 24 (segunda).

21 de novembro – Japão (digital – físico a ser lançado em janeiro), Alemanha, Áustria, Suíça, Bélgica, Holanda, Irlanda ,Itália, Suécia, Dinamarca, Noruega, Finlândia, África do Sul, Sweden;
22 de novembro – Austrália;
24 de novembro – Reino Unida, EUA, Canadá, restante do mundo;
9 de dezembro – Argentina

Do Viva La Coldplay

Confira a duração de cada música e um trechinho de cada faixa, incluindo Now My Feet Won’t Touch The Ground (clique na imagem):

pm

 [Créditos: jimmyarts]

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Lost+ [vídeo]

18 Novembro, 2008 Deixe um comentário

Vídeo da versão de Jay-Z

Boa noite. Cá está o vídeo de Lost+, com participação de Jay-Z. Essa versão da faixa está no EP Prospekt’s March, o qual será lançado ao redor do mundo nos próximos dias.

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It’s the time of your lives

15 Novembro, 2008 Deixe um comentário

Break down, break down
Gotta spread love around
Gotta spread it all round

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Coldplay.com atualiza-se com Chris em Atlanta

Olá, Chris, como vai?
Estou bem, cara. Estou em Atlanta. Acabam de analisar minhas orelhas e também fiz uma limpeza bucal.

O que há de errado com suas orelhas e boca?
Bom, nada que esteja muito na cara, mas em toda cidade que vou, costumo parar alguma pessoa na rua para dar uma checada nas minhas orelhas.

Com que finalidade?
Gosto de perguntar o que acham de um cara de 31 anos furar a orelha. Porém, a resposta unânime é que já é tarde demais. É frustrante.

Tá certo. Vamos falar sobre o EP Prospekt’s March. Lançá-lo sempre esteve em seus planos?
Sim, a idéia sempre foi lançá-lo mais ou menos nesse período.

Então, quando vocês começaram a gravar o Viva La Vida, a intenção era compor músicas a mais?
Sim, mas elas são todas parte de uma só família. Em verdade, creio que, porque Glass Of Water é um pouco mais pesada, por exemplo, pensamos “Vamos lançar o álbum, se o desempenho dele for decente, vamos lançar essas outras músicas em relação as quais estamos não estamos tão confiantes assim”.

Teve alguma música que, por muito pouco, não entrou no Viva La Vida?
Bom, basicamente todas. Nunca pensei que não estariam [no álbum], entende? É por isso que me sinto estranho quando lembro que as pessoas ainda não as ouviram. Além do mais, foi legal ter uma chance de incluir [no EP] Lovers In Japan mixada e a versão de Lost! do Jay. Pessoalmente, é o braço direito perfeito para o Viva La Vida.

Você gostou da versão do Jay-Z de Lost!?
Aham, adorei. Ele é um cara inteligente.

Você escutou o álbum com uma mistura de músicas do Coldplay e do Jay-Z?
Viva La Hova? Não escutei, mas ouvi falar. Não fico fico olhando muita coisa na Internet, então não sei o que rola aí.

E qual é o conceito por trás da versão mixada de Lovers In Japan?
Bom, ultimamente, ao vivo, essa música está melhor que na gravação. Isso moldou a versão Osaka Sun, a qual tem um pouquinho mais de vivacidade. Estou extremamente contente com o EP, devo dizer. E posso dizer que é porque não há a mesma pressão que envolve o lançamento de um álbum. Acho que as pessoas que já têm o Viva La Vida e gostam dele vão, com sorte, realmente gostar do EP porque eles fazem parte da mesma família; é, talvez, um pouco mais interessante. E as pessoas que ainda não têm o Viva La Vida podem comprá-los em conjunto. Eu simplesmente me sinto muito feliz com isso. Mas com o que estou realmente empolgado é tocar no Reino Unido.

Ah, é verdade, a turnê britânica vai começar daqui a poucas semanas.
Exatamente. Quando estava no palco ontem me dei conta de que já fizemos uns 70 shows e ainda não tocamos em casa. Me senti muito “Cara, fomos muito mal educados, temos de voltar para casa e tocar lá”. Mal posso esperar pelo show em Sheffield.

Vocês têm planos especiais para essa turnê?
Bom, vamos continuar fazendo o mesmo tipo de coisa, só as piadas que vão ser mais centradas nos britânicos. Vamos ter que deixar de lado todas piadas sobre o bombeiro Joe e sobre Sarah Palin e vamos contar outras sobre Jonathan Ross e Russell Brand. Realmente, o único contratempo de tocar em países diferentes é pensar o que falar entre uma música e outra.

Vocês vão tocar no Reino Unido bem perto do Natal; o último show é no dia 23 de dezembro, em Belfast.
É verdade. E eu também queria fazer alguma coisa na véspera do Natal, mas não tenho certeza se dá mesmo. Tenho de admitir que é realmente estranho que não tenhamos tocados no Reino Unido nenhum vez. Na última semana, a ficha realmente caiu. Mas acho que ano vem a gente compensa.

Isso é uma pista de planos para o futuro?
Tentamos Knebworth, mas não deu mesmo. Então temos de pensar em alguma outra coisa. Na realidade, creio que já pensamos nisso. Espero que em breve a gente possa anunciar. E que não coincida com nada do Oasis.

Apesar de que isso seria uma boa maneira de dividir a conta.
Um ótimo jeito. E não nos importaríamos de abrir o show. E, curiosamente, eu também faria isso para o Take That. Estávamos no camarim ontem e, por um motivo qualquer, começamos a cantar Back For Good. Cantamos a música todinha, verso a verso, tocando tudo certinho no nosso piano, sem ter tido de decorar nada ou coisa do tipo. Foi ótimo. Eu gostaria de usar esse espaço, o website do Coldplay para anunciar que, se o Take That quiser que a gente abra algum show para eles, vamos fazê-lo. O único problema é que vamos ter de comer muito feijão com arroz antes.

Mas vocês têm mais planos de turnê para o ano que vem?
Aham. Nossos planos de turnê são bem parecidos com presentes de Natal que estão embrulhados, mas que deixam você inferir o que são. Se você olhar com cuidado, poderá ver o formato e talvez possa advinhar: “Uhm, parece que é um estádio”.

Você tem gostado da turnê?
Cara, é a melhor época das nossas vidas. O fato é que sempre desejamos ser uma banda que pudesse ir a qualquer lugar que quisesse e de repente isso aconteceu. É um privilégio tão grande. É brilhante de um jeito surreal. Mal podemor esperar para voltar para o Reino Unido. É a nossa casa. O que mais tem acontecido aí? Como vai a campanha do Tottenham?

Eles estão indo muito bem desde que Harry Redknapp assumiu.
Ótimo.

Ao mesmo tempo, o seu time, Exeter City está indo bem na liga, mas foi eliminado do campeonato inglês por um time de uma categoria muito abaixo.
Quanto abaixo?

Bom, o Exeter está na quarta divisão e ele perdeu para um time da oitava divisão.
O quê?!

Eles perderam para o Curzon Ashton.
Peraí, ‘cê tá me dizendo que eles foram eleminados pelo marido da Demi Moore?!

Está na moda comprar times de futebol. Talvez você devesse fazer uma oferta ao Exeter.
Bom, se tivesse dinheiro o suficiente, adoraria comprar o Exeter City e dá-lo a alguém que sabe o que está fazendo porque eu não realmente entendo de futebol. Mas é caro demais. Curiosamente, um dia desses em Nova Iorque, um cara veio falar comigo -um grande empresário- e disse “Eu quase comprei a sua banda uns dias atrás”. Não posso dizer quem era, mas foi uma conversa hilária. Ele afirmou quase ter comprado a nossa gravadora.

Se você tivesse de escolher o melhor show dessa turnê, qual seria?
Bercy, em Paris.

O que teve de especial nesse show?
O público. E o preço dos salgadinhos. Avalio nossos shows por o quão razoável o hamburguer vegetariano custa. Se verificar que foi muito caro, não posso fazer um bom show.

Sério?
Não.

Ótimo, porque o preço de um hamburguer é geralmente relacionado à sua qualidade. Preço baixo é, com freqüência, sinônimo de um lanche de qualidade baixa e vice-versa.
Você acha? Isso se aplica à música também? Podemos afirmar então que Be Here Now é muito caro? Aliás, posso deixar registrado aqui que Be Here Now é um grande álbum?

Nem mesmo Noel Gallagher pensa assim.
Não, o Noel não, mas eu sim. Acho que há boas músicas nesse álbum. Acho que My Big Mouth é uma das melhores músicas do Oasis.

Mas esse álbum é comprido demais.
Bom, isso também é conhecido como síndrome X&Y. Toda banda pega. Mas qualquer pessoa lendo isso deveria ouvir
My Big Mouth do Oasis porque é incrível.

Foi legal ler a sua nota sobre a vitória do Obama nas eleições, semana passada.
Cara, essa turnê americana tem sido fantástica porque é um hora incrível para se estar nos Estados Unidos e o público está de tão bom humor. Acho que uns 90% das pessoas que vêm assistir aos shows são favoráveis ao Obama. É como viver um grande período da história. Estávamos em Nova Iorque no dia da eleição e foi uma festa total.

Parece incrível.
É. Comparando os Estados Unidos com a peça do Otelo, é o momento da reviravolta. Parece 50% diferente. A sensação é a de que as pessoas que ficaram em silêncio por oito anos tornaram-se subitamente aqueles que tomarão as decisões.

Você tem composto músicas durante a turnê?
Tenho. Escrevo o tempo todo porque é a única maneira de entender as coisas. Tenho um desses teclados que você ganha de Natal quando tem sete anos. Carrego ele comigo toda hora.

Você escreveu alguma música hoje?
De fato escrevi uma parte de uma música.

Podemos dar uma conferidinha?
Bom, é sobre a hora em que seus tios ficam bêbados e começam a cantar.

É sério?
É, juro para você. E também devo dar alguns créditos a
Altogether Now do The Farm. Não sabia mesmo que essa música fala sobre um jogo de futebol nas trincheiras da Primeira Guerra Mundial. É incrível.

Bom, estamos ansiosos pela música dos tios bêbados. Você tem alguma coisa para acrescentar?
Só que estamos muito agradecidos pelas pessoas que apoiaram a nossa banda esse ano e que estamos vivendo uma época inacreditável. Na verdade, amamos isso demais! E vamos ficar melhores e melhores. Essa é a novidade.

Through the washing machine

15 Novembro, 2008 Deixe um comentário

The Coldplay Messenger#6

Chris bate um papo com o Coldplay.com
Olá novamente. Iniciamos a sexta edição do TCM com a notícia de que, esta manhã, o Coldplay.com postou uma nova entrevista com o Sr. Chris Martin, em que ele fala sobre o EP Prospekt’s March, Obama, Oasis e Exeter City FC, bem como dá algumas expressivas pistas sobre os planos de turnê de 2009. Clique aqui para ler nossa conversa exclusiva.

Confira uma prévia das faixas de Prospekt’s March
Com a perspectiva de o EP Prospekt’s March ser lançado ao redor do mundo nas próximas semanas (clique aqui para checar todas as datas), estamos oferecendo uma pequena prévia de suas faixas através de nosso novo jogo. Clique aqui, faça uma pergunta ao copo, então, esfregue-o com o seu mouse e, além de enigmas e rimas [riddles and rhymes], você poderá ser sortudo o suficiente para ouvir um trecho de uma das músicas do EP. Se você ficar impressionado, poderá comprá-lo na loja virtual do Coldplay.com aqui.

Get Lost!
O EP De Lost! foi lançado mundialmente em lojas virtuais nessa semana. Suas quatro faixas são as seguintes:
1. Lost!
2. Lost? (versão acústica)
3. Lost@ (gravada ao vivo, em Chicago)
4. Lost+ (feita em parceria com Jay-Z)
O disco está disponível nas melhores lojas virtuais.

Notícias sobre o concurso Lost?
Nos últimos dias, o número de incrições para o nosso concurso que elegerá o melhor vídeo de Lost? tem superado em muito as expectativas. Uma quantidade incrivelmente grande foi filmada em florestas. Acreditamos que isso seja um efeito colateral da exposição a contos de fada. Se você quiser fazer sua inscrição (de um vídeo feito em uma floresta ou não), você tem até o dia 1 de dezembro. Ou, se você quiser dar uma olhada nas dúzias de vídeos já enviados, acesse youtube.com/ColdplayTV.

Ganhe um saco para roupa suja do Coldplay
Aqueles que acompanham os relatos de Roadie#42 devem lembrar-se de um
recente em que ele afirma que toda a equipe tem distribuído sacos para roupa suja. O Coldplay.com orgulhosamente anuncia que conseguiu algumas dessas bolsas especiais para presentear um fã sortudo do Coldplay. E não é só isso: conseguimos também o autógrafo da banda.

Se você quiser ter uma chance de ganhá-la, mande um e-mail com seu nome e endereço para competitions@coldplay.com antes do dia 27 de novembro (5ª feira). O vencedor do EP autografado do último TCM foi Horacio A, da Argentina.

Where do we go? Nobody knows…

The Coldplay Messenger

ps: Agradecimentos ao Stuart por ter mandado a esplêndida sugestão de despedida ao messenger@coldplay.com.

Will I see heaven in mine?

14 Novembro, 2008 Deixe um comentário

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FELIZ 2009: RADIOHEAD, COLDPLAY, OASIS E… – O agitado 2008 sonoro nem acabou e temos alguns super shows vindo aí em 2009. O Coldplay de Chris Martin deve chegar até antes do Radiohead, mais para o meio de março. E com uma não curta turnê sul-americana. Ainda no primeiro semestre, antes da trilionária série de shows de verão em estádios britânicos (850 mil ingressos esgotados em cinco horas), Noel e Liam Gallagher trazem o Oasis para cá, segundo promete Daniel Grinbank, o superempresário argentino do entretenimento. E a Popload apurou que estão no nível de assinatura de contrato as tratativas para trazer ao Brasil esta pessoa aqui embaixo (Amy Winehouse).

Fonte: Popload | Agradecimentos: CriS_SantoS.

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Hotpress resenha Prospekt’s March

13 Novembro, 2008 Deixe um comentário

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Por muito tempo, o Coldplay pareceu determinado a se enquadrar na classificação pejorativa de música-mela-cueca, gravando uma sucessão de discos que lhes valeu o título de banda-referência ao indie rock lacrimoso e introspectivo. Em alguns momentos, eles flertaram com algumas mudanças, mas raramente essas tentativas foram mais expressivas que um sutil piscar de olhos e acabaram por passar despercebidas mesmo aos olhos do mais atento dos observadores.

Esse ano, Brian Eno assumiu a cabeceira de Viva La Vida, trazendo algumas peculiaridade perceptíveis, mas que significaram pouco mais que um tênue desvio do modus operandi [modo de operação, ação]. É de imaginar o quão surpreendente foi escutar o EP Prospekt’s March. Combinando de tudo, desde riffs potentes e sintetizadores estrepitantes a tablas indianas, passando até mesmo pela colaboração marcante de um ícone do hip hop, essa gravação é índice de uma ousadia até então oculta.

Depois de nos embalar com uma versão de Life in Technicolor  com vocais e o interlúdio instrumental de Postcards From Far Away (piano), o Coldplay passa para outro patamar, indo muito além de nossas expectativas com a explosão de Glass Of Water, no estilo Muse.

Rainy Day surge sincertizando estilos: bateria e guitarra dialogam com instrumentos de corda, entremeados pelo refrão. O território torna-se mais notadamente mais reconhecível com a balada da faixa-título. Mais adiante, Jay-Z acrescenta uma dimensão a mais em Lost enquanto Lovers in Japan é apurada com o toque de Osaka Sun Mix. Com instrumentos de sopro e adornos orientais, Now My Feet Won’t Touch The Ground traz uma derradeira mudança “camaleônica”.

Prospekt’s March é intrigante e certamente escutável, mas somente o tempo dirá se essa é a banda que o Coldplay será ou poderia ter sido.

Traduzido de matéria da Hotpress postada no Coldplaying.com.